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24 de janeiro de 2012

Juventude masculina em Missão no Rio Grande do Sul.


O pequeno município de Quevedos, RS (Brasil) vive nos meses de férias um tempo de tranqüilidade e silêncio. No entanto nesse ano por uma semana o silêncio e a tranqüilidade deram lugar à contagiante e alegre presença dos missionários da Missão Cristo Tabor.
A Missão Cristo Tabor é realizada pela Juventude Masculina do Movimento Apostólico de Schoenstatt e pela primeira vez realizada de forma simultânea em três cidades brasileiras, além de Quevedos, S. Roque (SP) e Jacarezinho (PR).

O grupo que está em Quevedos conta com onze membros vindos de Santa Maria (RS), Frederico Westphalen (RS) e Londrina (PR). Conta também com a presença do Pe. Clodoaldo e do seminarista Vitor Posseti ambos do Instituto dos Padres de Schoenstatt.
Os missionários vão de encontro ás famílias em suas casas e ainda diariamente oferecem atividades com crianças, jovens e adultos. A oração do terço é diária, antes da S. Missa. Inflamados pelo ardor apostólico e pela herança de nosso fundador o Pe. Kentenich levam a cada um a alegria de ser Igreja.

A paróquia N. Senhora dos Remédios de Quevedos, o pároco, Pe. Rodrigo da Rosa Cabrera (Instituto dos Sacerdotes Diocesanos de Schoenstatt) e a comunidade paroquial agradecem o esforço e a disponibilidade dos missionários na certeza de que Deus por intercessão da Ssma. Virgem Maria, nos concederá imensas graças.
Até dia 28 viveremos esse tempo abençoado em comunhão com os demais missionários que estão nos estados do Paraná e São Paulo.
Mais relatos sobre as missões: Aqui

15 de setembro de 2010

Dilexit Ecclesiam - 42 anos na casa do Pai


Hoje toda Igreja celebra a liturgia de Nossa Senhora das Dores e a família de Schoenstatt se une em orações ao lembrar da morte de seu Pai Fundador, o Pe. José Kentenich.

Transcrevemos o relato da obra “Uma vida pela Igreja” – Monnerjahn, Elgelbert.

“(...) Era domingo e também festa de N. Sra. Das Dores. Às 6:15h dirigiu-se ao altar . Assistiam-no dois sacerdotes: o Pe. José Weigand, Capelão da Casa-Mãe das Irmãs de Maria e o Pe. Drago Maric. (...) De volta à sacristia, convidou os dois sacerdotes a almoçarem com ele. Depois benzeu um pacotinho com terços que a Irmã sacristã lhe apresentou, e ficou um momento em silêncio diante da mesa de paramentos na sacristia. Seus dois assistentes estavam ainda a seu lado, igualmente em silêncio. De repente notaram que o Pe. Kentenich se inclinava para frente. Procurou apoiar-se com as mãos, mas não conseguiu. O corpo dobrou-se sobre si e foi caindo. O Pe. Weigand e o Pe. Maric pegaram-no pelos braços e queriam sentá-lo numa cadeira que a irmã trouxera rapidamente. Mas o corpo estava tão pesado, que os padres, em vez de sentá-lo tiveram que estendê-lo de costas no chão. A Irmã ajeitou uma almofada debaixo de sua cabeça. Quando o Pe. Weigand deixou livre o braço esquerdo do Pe. Kentenich, ele, num gesto espontâneo, colocou a mão sobre o coração. Respirou talvez ainda uns dois ou três minutos.
                (...) Às sete e quinze chegou o médico; inclinou-se, auscultou o coração e levantando-se disse: O coração parou. O Pe. Kentenich estava morto.
                Cinco dias depois, a 20 de setembro de 1968, o Pe. Kentenich foi sepultado no mesmo lugar onde falecera.
(...) Sobre a sepultura um sarcófago simples de basalto cinzento, além de seu nome, data de nascimento e falecimento, estão gravadas as palavras que ele mesmo desejara ter sobre sua sepultura: “Dilexit Ecclesiam” = “Ele amou a Igreja”.
                Todo o seu amor pertencera à Igreja. Toda a sua vida foi uma vida pela Igreja, pela Igreja do presente, mas sobretudo pela Igreja do futuro”.

Com esse belíssimo relato podemos nos unir em oração pedindo também a graça da beatificação e canonização de nosso Pai Fundador.

20 de junho de 2010

Para incendiar o mundo


No dia 20 de junho de 1952 o Pe. Kentenich partia do Chile para o início de seu exílio nos Estados Unidos. Ao despedir-se dissera essas palavras: “Custa-me partir daqui, pois o vínculo que nos une chegou a ser tão profundo e tão íntimo...Como um só coração e uma só alma, partamos para incendiar o mundo”. Ao deixar o Santuário de Bellavista nem o Pe. Kentenich, nem a família de Schoenstatt sabiam se outra vez poderiam se encontrar. O exílio não tinha data pra terminar e por isso uma despedida deve ter sido de fato emocionante.

Agora o Pai de uma grande família ganhava novos filhos na paróquia da Santa Cruz, em Milwaukee, perto de Chicago nos estados Unidos. Vivam ali descendentes de imigrantes alemães. O exílio iria durar quatorze anos. Tempo suficiente de oração na família de Schoenstatt na expectativa de poder ver ainda uma vez mais o fundador.

O Pe. Kentenich via tudo pela fé prática na divina Providência e por isso superava cruzes e dificuldades confiando no amor de Deus por ele e pela família. Dessa forma educava seus filhos a terem o mesmo desprendimento de si mesmos e fé naquilo que Deus coloca como caminho a percorrer.

Agora é a nossa vez de assumir os caminhos que Deus traçou em nossas vidas e nos exílios que somos obrigados a suportar encontrar a alegria no amor de Deus, deixando que Ele, o Senhor, realize a sua obra usando-nos como instrumentos.

Às vésperas desse centenário da ordenação do Pe. Kentenich, em seu exemplo, queremos "com um só coração e uma só alma, partir para incendiar o mundo”.